O ano em que o Pearl Jam comemora 20 anos da formação da banda vai ter até festival com produção e curadoria por conta do quinteto americano, informou o site Spinner, nesta quinta-feira (9). A banda já está procurando por uma cidade que seja "pequena, mas central" para que o grupo possa realizar o evento. Os rumores de um festival do Pearl Jam tinham sido confirmados pelo empresário Kelly Curtis, no começo desta semana. Além do festival, a banda vai lançar o disco "Live on Ten Legs", no dia 18 de janeiro, nas versões em mp3, CD e numa edição de luxo, que inclui dois discos de vinil. Há também apresentações da turnê solo do vocalista Eddie Vedder marcadas na Austrália, durante o mês de março. O grupo também vai comemorar 20 anos de carreira em outubro, com apresentações nos dias 23 e 24, no Bridge School Benefit, festival organizado pelo canadense Neil Young. O guitarrista Stone Gossard comentou que há chance de a América do Sul ser incluída na turnê comemorativa.
Pearl Jam... Festival Proprio!
Novo Clipe do 30 seconds to Mars!
A Banda californiana, 30 seconds to mars, acaba de lançar seu mais novo clipe.
Mais agora é só esperar! O link do novo clipe vocês conferem em baixo.
Restart contra o preconceito!!
Cerca de trezentos meninos e meni nas em delírio, um pocket show exclusivo e muito barulho: assim se resume a tarde do dia 1º de setembro, em que a banda Restart gravou sua participação no Boombox no Estúdio. No programa, que será exibido hoje (26.11), às 20h, no canal Boomerang, o quarteto formado por Pe Lu (guitarra e vocal), Koba (guitarra), Pe Lanza(baixo e vocal) e Thomas (bateria) tocam seus principais hits, como Recomeçar, Levo Comigoe Happy Rock Sunday e respondem a perguntas de algumas fãs sortudas. Além do show, o canal registrou ainda outros momentos da banda colorida, como os meninos subindo em uma parede de escaladas, disputando partidas em uma casa de jogos eletrônicos e comendo sanduíches enormes em sua lanchonete favorita. O Boombox no Estúdio de hoje vai mostrar tudo isso e mais um pouco. Para esquentar, confira a entrevista dada pela Restart antes da gravação do programa, em que eles falam sobre o sucesso que têm feito, sobre o preconceito que muitas pessoas sentem por eles e sobre novos projetos. Vocês estão passando por uma temporada muito boa. O canal de vídeos do Youtube já ultrapassou 36 milhões de visitas. O que vocês acham disso? Pe Lu: É demais. E pra gente estar gravando aqui hoje, com a galera do Boomerang, também é muito legal. Gravar o Boombox, que é um programa que traz uma galera de alto nível, é demais. Entrar nesse seleto grupo de bandas pra fazer esse programa tão legal, ganhar prêmios, ganhar disco de ouro, fazer todos os shows que a gente tem feito, rodando o Brasil inteiro, isso tudo faz parte de uma fase sensacional que a gente tá vivendo. E ainda rola um nervosismo antes de gravar? Pe Lanza: Ô, bastante. Tá rolando um nervosismo aqui, agora. É que vão rolar umas surpresinhas aí no Boombox. E dá um nervosismo: “Será que tá tudo certinho? Será que tá legal?”. Se não rolar o friozinho na barriga, acho que perde a graça, né? Vocês têm muitos fãs crianças, é possível ver aqui na gravação. Vocês esperavam atingir esse público? Pe Lanza: A gente tem feito nosso trabalho com toda a sinceridade do mundo. A gente passa na nossa música um jeito de ser que é nosso mesmo, que é o Tominhas, o Pedrinho, o Pedro Lucas e o Lucas, sabe? Passamos o que somos, nós quatro. E acho que a melhor parte do nosso trabalho é o reconhecimento dessa galerinha pequena. A criança é pura, não tem maldade nenhuma. Se a galera gosta e fica feliz em ver a gente, a gente sente uma verdade. E é muito bonito ver as crianças no show curtindo. Ouvir menino de 6 ou 7 anos falando “Você é minha inspiração. Quero ter 11 anos e começar a tocar também, igual a você” dá vontade de chorar. Não tem coisa melhor no mundo do que você ser influência pra uma criança. O gênero rock, quando surgiu, foi muito demonizado. Hoje, vocês têm um gênero novo, que é um rock atualizado. Tem muita gente que gosta, mas tem muita gente que ainda não aceita. Como vocês acham que vai ser esse processo do público mais conservador começar a aceitar o Happy Rock? Pe Lanza: Acho que qualquer coisa nova que chega é difícil de ser aceita. Veio NX Zero e vieram outras bandas, e foi difícil serem aceitas. Com a gente não vai ser diferente. Mas críticas e todas as paradas assim, até mesmo de um público mais conservador, a gente ouve numa boa e tenta amadurecer a partir disso. É bom ouvir críticas, pra crescer musicalmente e como pessoa também. Então, pra gente é muito normal. A gente tá fazendo tudo no nosso tempo, o mais natural possível, e nunca dá pra agradar todo mundo. Se a gente conseguir entrar no coração dessas pessoas e mostrar que a gente faz um som verdadeiro, acho que a galera vai se emocionar. Pe Lu: E o rock’n’roll, quando apareceu, tinha um motivo pra ser contestador. Não era contestador por ser contestador. Nos anos 60 e 70, você tinha um motivo pra fazer daquele jeito, sabe? Acho que você não precisa do “sexo, drogas e rock’n’roll” pra mudar a sociedade. Naquela época, tinha um sentido ser escrachado, era um momento conservador. Você não podia falar as coisas, você não podia agir de certas formas. Só que, hoje em dia, a gente vive um inverso total. Por causa daqueles caras, a gente conseguiu uma liberdade. Mas não é uma liberdade que todo mundo sabe usar. Então, o que a gente tenta passar é que, primeiro, você tem “n” formas de mudar o mundo. Uma delas é ser contestador. Mas é somente uma delas. Há outras duzentas formas de você fazer a diferença na vida das pessoas e de fazer a diferença para as pessoas. Vide o Michael Jackson, que era um artista que ajudou milhares de pessoas, direta ou indiretamente, e nunca teve um discurso politicamente incorreto. Ou Guns’n’Roses, que tinha um discurso totalmente incorreto, mas serviu pra mudar um monte de coisa. Então, a gente tem a nossa forma de mudar o mundo, ou de entrar na vida das pessoas. Que é a forma que mais faz sentido pra gente agora – o lance do amor e do valor aos amigos, à família, além de outra forma de se enxergar o sexo, as drogas, o álcool. Se, daqui a cinco anos, a gente achar que tem que ser mais contestador e falar sobre política ou outras coisas, nas nossas letras e nas nossas músicas, e se fizer sentido pra gente, a gente vai falar. Mas enquanto isso é a nossa verdade, se é o que a gente se sente bem fazendo, a gente não vai ser contestador ou mais rebelde só pra agradar quem não gosta, sabe? A gente vai fazendo, as pessoas podem gostar ou não, mas o que a gente queria é o respeito, sabe? A gente não tem a pretensão de agradar todo mundo. Críticas são super bem aceitas, sempre. Vocês acham que o público de vocês hoje vai crescer sendo menos preconceituoso em relação aos gêneros musicais? Pe Lu: Com certeza, acho que a nossa falta de preconceito, como todas as nossas outras atitudes, influencia muito essa galera. Ainda mais quando você trabalha com crianças e adolescentes, que é uma fase em que você está procurando referências. Acho que esse lance de a gente ter uma cabeça mais aberta, com certeza, influencia de alguma forma essa galera. Foi como eu falei, você pode não gostar, mas você tem que respeitar, não interessa se é rock, axé, tecnobrega. Primeiro, música é música, pra gente. Música é arte, independente de qual gênero você faça parte. Então, por isso, já não se deve ter preconceito com nada. E a gente não tem. A gente mistura muita coisa e gosta de ouvir de tudo. E muitas coisas influenciam de alguma forma. A gente pode não gostar do CD do Luan Santana, por exemplo, mas o show do cara é sensacional, a produção e tudo mais. Vocês gravaram em espanhol. Vocês têm planos de gravar em inglês? Pe Lanza: Poxa, temos. O espanhol foi o primeiro passo. O português é muito difícil, já que são pouquíssimos países que falam português. Se você quer apostar em uma carreira internacional, o português não vai dar certo, a não ser que você faça bossa nova, que é o que estoura muito lá fora. Inglês a gente quer muito gravar. Inglês, japonês, tailandês, se rolar a gente grava tudo. A gente tá muito animado, foi um projeto muito legal gravar em espanhol. E planos de viajar para outros países? Pe Lanza: Nós temos muitos planos. Acho que vai rolar, mais pro começo do ano que vem, uns shows em alguns países da América Latina, como México e Argentina. Vocês têm fã-clube em Portugal, sem nunca terem ido pra lá. Como funciona essa relação? Koba: É legal quando você tem fãs brasileiros fora do Brasil. É muito bom saber que um brasileiro lá no Japão tá escutando a sua música. Mas também é muito legal saber de não brasileiros que ouvem a gente. A gente descobriu, por exemplo, que o nosso maior fã-clube nos Estados Unidos é formado por americanos. A gente conseguiu atingir uma galera, cantando em português, que não fala a mesma língua que a gente, mas que foi atingido musicalmente. No caso de Portugal, é mais normal porque eles falam a mesma língua. Mas é incrível também, porque eles já vieram de lá pra assistir a shows nossos aqui. A gente sempre fala dos fã-clubes internacionais no Twitter porque a gente sabe que é uma galera que tá fazendo um esforço pra acompanhar a gente. Vocês estão cada dia em uma cidade, pra fazer shows. Qual é a melhor e a pior parte de viajar tanto? Pe Lu: A pior parte é a saudade que a gente sente. Ainda mais nos últimos tempos, com a agenda lotada de imprensa e gravações de TV, a gente tem ficado um dia a cada 15 dias em casa só. E a gente mora com os nossos pais, a gente tá acostumado a ficar em casa e ver os pais. E tem a saudade dos amigos também, porque você acaba não participando de quase nada. Você conhece muita gente nova na estrada, mas os amigos antigos aqui de São Paulo estão na fase da faculdade, do cursinho e tal. E tá todo mundo vivendo uma vida, e nós vivendo outra completamente diferente, e vivendo sozinhos. Quer dizer, “sozinhos”, só nós quatro. Então acho que a saudade é a pior parte. Mas tudo vale, né? E não é só pelos prêmios, mas pelo carinho das pessoas. Quando a gente sobe no palco e vê que tem uma galera ali pra ver a gente, isso dá um alívio grande. Por isso até que a gente chama de “Família Restart”, porque a gente pode contar com esses fãs. No ensaio do Boombox, a gente ouviu uma palhinha da música “Billie Jean”, do Michael Jackson. Existe algum projeto de trabalhar com covers internacionais? Pe Lanza: A gente já tocou “Beat It”, dele, há uns tempos atrás. Se rolar um projeto de tocar músicas do MJ, estamos abertos a ideias sempre. Mas tem coisa nova aí por vir, da Restart mesmo
Pe Lanza: Estão rolando várias oportunidades pra gente, como o Pe Lu falou. Tocar no Brasil inteiro, poder gravar em espanhol… E tomara que dê certo, quem sabe a gente engata uma carreira internacional. São oportunidades que estão sendo dadas à Restart e a gente tá aproveitando com todo o carinho do mundo e apostando muito forte.
Pe Lu: Ah, sim. E a gente tá passando também por coisas diferentes. Nesse ano, a gente tocou em Barretos, em uma festa de peão, que não tem nada a ver com a gente, não tem nada a ver com rock. Então a gente tava com um frio na barriga absurdo, e foi sensacional, todo mundo recebeu a gente super bem. Todo show tem sido uma experiência nova. E a gente gosta do frio na barriga, por isso tá sempre inventando coisa nova, pra não perder a graça.
Pe Lanza: O preconceito sempre existiu. Quando o Axl Rose usava aquele shortinho curtinho, com uma meia dentro da cueca, o que vocês acham que sentiam por ele? O preconceito sempre vai existir.
Pe Lu: E, de repente, a mesma galera que falava mal do shorts do Axl Rose fala mal da nossa calça apertada. Eu já ouvi comentários também de que as nossas letras são uma droga, que não dizem nada, que a parte lírica é horrível. Mas o cara que fala isso gosta de Beatles, que é uma banda sensacional, mas ouve a música “I wanna hold your hand”, que não é uma letra profunda, mas é uma música sensacional. Porque, naquela época, é o que eles precisavam falar. “I wanna hold your hand” e “Love me do” são mais inocentes, mas são incríveis. Do mesmo jeito que eles cantaram “Revolution”. Eles foram crescendo musicalmente, talvez até mesmo junto com o público. Todo mundo tem o seu tempo, isso que é bacana.
O grupo Paramore se apresenta no Brasil em fevereiro de 2011. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (26) pela assessoria de imprensa da produtora Time For Fun. A banda de pop rock, criada nos Estados Unidos em 2004, se apresenta em Brasília (dia 16 de fevereiro, no Ginásio Nilson Nelson), Belo Horizonte (17, no Chevrolet Hall), Rio de Janeiro (19, no Citibank Hall), São Paulo (20, no Credicard Hall) e Porto Alegre (22, no Teatro Bourbon). Ainda não foram divulgadas informações sobre preços de entradas e início das vendas de ingressos. O quinteto já esteve no Brasil. Em outubro de 2008, eles tocaram em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Porto Alegre. Liderado pela vocalista Hayley Williams, o Paramore divide público com as bandas do harcore emotivo. O grupo, que tem em sua discografia baladas e pop punks, passou a ser mais conhecido após seu segundo disco, "Riot!", lançado em 2007. O disco mais recente, "Brand new eyes", saiu em 2009.

Nome Completo: Jonas Erik Altberg
Jonas Altberg viveu com os pais e o irmão mais novo perto de Tylösand, uma praia famosa da Suécia. Começou a produzir música em 1999 com o programa de computador Fruity Loops e lançou seu primeiro álbum, The old shit em 2002, através de sua própria página na Internet. Em seguida lançou o álbum The Bassmachine, em 2004.
Seus interesses em música foram se aprimorando à medida que ele progredia. Depois de várias músicas de demonstração espalhadas pela Internet, ele começou a receber ligações de clubes e danceterias que o queriam contratar como DJ. Em abril de 2006, ele assinou seu primeiro contrato com a Warner Music. Ele lançou seu primeiro single, "Boten Anna", e se tornou um sucesso instantaneamente. Boten Anna foi a primeira música em língua sueca a se tornar a primeira colocada no Dutch Top 40 Chart. Em 2007, Altberg lançou o single "Now You're Gone, que era o ritmo de Boten Anna com letras em inglês, para afetar o mercado internacional. A música ficou em primeira no UK Singles Chart e ficou lá por 5 semanas.
Em meados de 2007 Basshunter começou a trabalhar num novo álbum, Now You're Gone - The Album, que foi lançado em julho do ano de 2008. Cingo singles foram lançadas desse álbum -Now you're Gone, All I Ever Wanted, Angel in the Night, I Miss You, Walk on Water. Uma edição especial do álbum Now You're Gone - The Album foi lançada (Deluxe Edition) em 5 de abril de 2009. O álbum continha de adicional algumas músicas já presentes no álbum normal, porém remixadas por outros DJs. Em 2009, Basshunter lançou outro single chamado I Promised Myself, no dia 30 de novembro.
Quando Basshunter atingiu a marca de 50.000 amigos no MySpace, ele comemorou com o lançamento de "Beer in the Bar - Myspace Edit" e batendo-papo via webcam com seus amigos do MySpace através do MSN Messenger. Mais tarde, ele mencionou que seu computador havia travado devido ao alto número de pessoas com quem ele estava conversando.
O seu novo CD Bass Generation foi lançado no dia 28 de Setembro de 2009 com 15 faixas; entre elas o seu novo single Every Morning que foi lançado dia 20 de Setembro, mas, o mesmo vazou na Internet antes do dia de lançamento.
Carreira
2006-2008 - Álbum de estreia de Basshunter, Foi lançado a 1 de Setembro de 2006 pela Warner Music. A edição de Natal/Internacional foi lançada a 22 de Dezembro de 2006, com as mesmas canções suecas do álbum original, mas com nomes traduzidos em Inglês,com uma ordem das faixas ligeiramente diferente, e com faixas bônus , incluindo o nunca antes lançado "Jingle Bells(Bass)". A canção "Sverige" foi omitido da edição internacional.
2008-2009 - O segundo álbum de Basshunter, Now You're Gone - The Album, foi lançado a 14 de Julho de 2008. O álbum apresenta remakes em inglês de êxitos antigos de Basshunter, e entrou no UK Albums Chart no número 1 o álbum também foi vendido 300 mil cópias num excesso doReino Unido tornando-se platina. Na Nova Zelândia, o álbum alcançou o 1º lugar na quinta semana, e foi certificado ouro, depois de seis semanas de venda mais de 7500 cópias. O álbum foi certificado platina depois de 10 semanas de venda mais de 15000 cópias. O álbum esteve em 1º lugar durante 2 semanas.
2009-presente - O terceiro álbum de Basshunter, Bass Generation, foi lançado a 28 de Setembro de 2009. No início de Setembro, antes do álbum foi lançado a música "Numbers ", foi lançado ao público como um download gratuito através do oficial perfil Bebo de Basshunter. A data de lançamento do álbum acabou por ser deslocado para cima de uma semana por razões desconhecidas, a 28 de Setembro de 2009, junto com o single " Every Morning " , que foi lançado 21 de Setembro de 2009. Para promover o álbum , Basshunter Album Artwork Competition foi criado a 10 de Agosto de 2009, em que os fãs poderiam fazer um projecto e colocar as suas próprias capas para o "Bass Generation Album" ao perfil deBebo de Basshunter . O trabalho artístico vencedor seria assinado, posto em moldura e apresentado a eles por Basshunter na tourGeneration Bass. A vencedora foi revelada a 11 de Setembro de 2009. Basshunter também estabeleceu na Bass Tour Generation a Outubro de 2009 em apoio ao álbum. A data de 10 shows no Reino Unido foi anunciado a 1 de Julho de 2009, com Fugative apoio de Basshunter. Os ingressos foram colocados à venda 3 de Julho de 2009.
A 03 de Janeiro de 2010 , Basshunter entrou na série de televisão do Reino Unido Celebrity Big Brother como um companheiro de casa , ele terminou em 4º lugar.
A 14 de Maio de 2010, foi anunciado que o primeiro single do álbum de Basshunter, próximo 4º álbum , intitulado "Saturday", teria uma primeira vez em directo na BBC Radio 1 com Scott Mills na mesma noite. A faixa foi reescrita por Thomas Troelsen, Engelina e Cutfather, e produzido por Troelsen e Cutfather. A melodia da canção é baseada na Reel 2 Real's "I Like to Move It". Basshunter realizou o único single a 4 de Julho de 2010 como parte do T4 On The Beach bem como realizou-o em Big Brother's Little Brother a 3 de Julho de 2010.
Stereophonics estreia no Brasil com pouco falatório e alguma distorção!
Quem define o Stereophonics – que estreou em palcos brasileiros nesta quinta-feira (18) em São Paulo – como membro da segunda divisão do britpop deve se basear na (pequena) quantidade de hits do grupo, caso das mansas “Have a nice day” e “Maybe tomorrow”. No palco, a história é bem outra. Ter a insistente sombra do Oasis pairando sob seu corte de cabelo mauricinho não interfere em nada na performance do vocalista e guitarrista Kelly Jones.
As luzes se apagaram para a banda surgir no palco do Citibank Hall com pontualidade galesa, às 22h, ao som da ruidosa “The bartender and the thief”. A partir daí, riffs passaram a dar pistas das canções, quase sempre aplaudidas no início e no fim.
Ter uma casa de médio porte aos seus pés foi uma tremenda sorte. Para uma banda sem tantos sucessos na manga da camisa social, ser escalada para um festival ao ar livre poderia ter sido uma tremenda roubada (pergunte ao Snow Patrol ou ao Air, que penaram na Chácara do Jockey, no Natura Nós, no mês passado).
O recheio é formado por canções reproduzidas com fidelidade às registradas em estúdio. Sem essa de puxar fã para o palco ou quebrar o ritmo fazendo a íntima com os seguidores brasileiros por meio de juras de amor ao país.
O front man de voz esganiçada mal anuncia as canções. Só lá pelo meio da apresentação, "Have a nice day” é a primeira a ser introduzida, mesmo assim de forma muito breve. É nesta canção também que Kelly troca a guitarra pelo violão, em momento menos barulhento propício para pedir palmas do público. Outra sem a mesma distorção do começo de show, “Maybe tomorrow” começa no esquema voz e violão e termina da mesma forma.
Com educação, mas sem o mínimo encantamento, Kelly só foi informar que se tratava do primeiro show da banda no Brasil em “Dakota”, a última a ser tocada e a mais festejada do show. Mesmo assim, deu o recado como se fosse um síndico numa reunião de condomínio.
Fazer a plateia se arrepiar com canções e não com uma bandeira verde e amarela é algo cada vez mais raro. Ainda mais vindo de uma banda sem uma “Wonderwall” para chamar de sua.



